Fitoterapia Oriental
Denominada de Kampou-yaku, a fitoterapia oriental consagrou no Japão uma grande variedade de combinações de ervas, minerais e derivados de animais.
A literatura fitoterápica mais antigas denominada Shin'nou-honzou-kyou classifica os fitoterápicos em superiores, que podem ser utilizados sempre; médios, que significam de toxidade média e que podem ser utilizados adequadamente; e inferiores, que devem ser utilizados em alimentos como gengibre, ginseng, pimentas, gergelim e outros. Das combinações fitoterápicas atualmente comercializadas, temos o Jintan, Seirogan, Kumanoi etc, mas a sua maioria ainda é pouco conhecida no Brasil.
A Fitoterapia previne e trata o Ser Humano com plantas medicinais, sejam elas frescas, secas ou em extracto (cápsulas, comprimidos, ampolas bebíveis, gotas, xarope, etc), utilizando-as tanto tomando-as como aplicando-as externamente. Também estuda e usa plantas apimentares. É uma das Profissões da Lei das Terapêuticas Não Convencionais aprovada por unanimidade pelo Parlamento Português em 2003.
Cursos de fitoteratia
Agora que estão lançados os alicerces para ordenamento da prática e do usufruto de conhecimentos acumulados ao longo de séculos, interessa assegurar o pleno reconhecimento profissional da actividade, tanto público como oficial.
Este é um desafio a que urge responder com o assegurar da proficiência e idoneidade destes profissionais, o que em breve será justa e legalmente balizado e reconhecido na legislação que virá regulamentar a supracitada Lei.
Neste contexto, este curso visa formar os profissionais Fitoterapeutas com o aprofundamento e a actualização formal dos conhecimentos e metodologias para esta área incontornável das Medicinas Não Convencionais.
Objetivos
Este Curso está desenhado segundo o definido pela Lei 45/2003 (que pode ser consultada no nosso site). Providencia os saberes e competências que derivam dessa lei e da respectiva proposta de Regulamentação.